domingo, 11 de dezembro de 2016

Os ensinamentos de 4 grandes mulheres da Bíblia

Débora

Era uma dona-de-casa comum, mas foi escolhida para ser juíza. Foi a única mulher das escrituras sagradas a ocupar um cargo político com excelência. Ela se definia como “mãe de Israel” e fazia de tudo para o bem da nação (Juízes 4:4-16). 

Principais virtudes 
Débora era bastante virtuosa: mãe de família, profeta, temente a Deus e líder militar. Traçou estratégias de batalha e conquistou muitas vitórias para Israel na época dos juízes. Foi a libertadora do povo hebreu em tempos de guerra contra os cananeus. 

Características 
Líder: ela não se intimidou por ser mulher e ganhou o respeito dos líderes de Israel.
Estrategista: Débora sempre buscava maneiras de combater os inimigos buscando inspiração junto ao Senhor e, por isso, tinha êxito em tudo que fazia.
Conselheira: era preocupada com as pessoas e sempre dava conselhos, discutindo e sugerindo soluções para quem estava com problemas. 

Seja como Débora
Ela é a prova de que uma mulher pode ser profissional e dona-de-casa ao mesmo tempo. Para imitá-la, procure ser atenciosa e justa. Administre bem o seu tempo e não tome decisões sem antes planejar tudo direitinho.

Ester

Foi a rainha mais importante que Israel já teve. Judia e órfã, ela foi criada por um parente. Quando se casou com o rei Assuero, Ester fez de tudo pelo povo judeu. Tem um livro da Bíblia só dela. 

Principais virtudes
Ester descobriu um plano para exterminar todos os judeus. Ela se preparou espiritualmente com um jejum de três dias e orações. Ao final do período, Ester revelou ao rei que era judia e conseguiu salvar o povo. 

Características
Sábia: diante de uma situação difícil ela não se desesperava: buscava soluções em Deus para tomar decisões.
Destemida: não ficou com medo de agir para salvar os judeus. Era ousada e inteligente, e tinha uma fé admirável.
Humilde: em vez de se mostrar a dona da razão, ela procurava respeitar a opinião dos outros. 

Seja como Ester
Não aja por impulso, procure sempre orar antes de tomar as suas decisões. Ester também era muito atenciosa.

Sara

Esposa de Abraão, o primeiro dos patriarcas bíblicos. Deus prometeu a Abraão um filho que daria origem a todo o povo de Israel. Sara foi a mulher escolhida para dar à luz essa criança. Ela era chamada de “mãe de multidões” e vista como o modelo ideal de mulher casada. 

Principais virtudes 
Sara era estéril e mostrou ter muita fé quando não desistiu de ter o filho que o Senhor lhe prometeu. Ela perseverou na crença e, aos 90 anos, deu à luz Isaque, que era o herdeiro da promessa feita a Abraão. Por isso, ela é a única mulher mencionada entre os heróis da fé (Hebreus 11:11), pessoas que exercem influência até hoje, como Moisés e Davi. 

Características
Dedicada: o filho e o marido dela podiam sempre contar com ela. Ela estava ao lado deles em qualquer situação. Acompanhava Abraão em todas as viagens.
Fiel a Deus: Sara não  desistia fácil das promessas  de Deus e procurava fazer as vontades dele.
Alegre: ela recebia as pessoas em casa com felicidade e as servia com prazer. 

Seja como Sara
Não desista nunca dos seus sonhos. Seja confiante em Deus e nas promessas dEle. Coloque sua família em primeiro lugar, seja companheira e procure ter os mesmos objetivos que o seu marido.

Rute

Ela era casada com o hebreu Malom e se dava muito bem com a sogra, Noemi. Quando ficou viúva, se apegou muito à sogra, a ponto de acompanhá-la até Belém. Lá, se casou com Boaz e reconstruiu a própria vida. Jesus é um dos descendentes de Rute. 

Principais virtudes
A amizade, a fidelidade, a dedicação e o desprendimento. Fez um dos mais lindos votos de amizade à sogra. “Onde quer que pousares, ali pousarei eu. O teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus” (Rute 1:16). 

Características 
Amiga Tratava bem a todos e era muito carinhosa.
Responsável Trabalhava em campos de cevada e nunca reclamava do trabalho, fazendo o melhor.
Confiável Procurava ser honesta e íntegra nos afazeres diários. Tinha uma boa reputação e chamava a atenção dos chefes por isso. 

Seja como Rute 
Ela era uma mulher muito doce e competente. Para agir como Rute, seja íntegra em tudo que fizer: trabalho, casamento e família. 

domingo, 4 de dezembro de 2016

O ministério de Susanna Wesley

Se John Wesley é o pai do Metodismo, Susanna é a mãe -  Um exemplo de força, coragem e serenidade.

(1669-1742)
“Meus filhos, tão logo eu tiver sido posta em liberdade, cantem um salmo de louvor a Deus”. O pedido foi feito por Susanna Wesley, momentos antes de ela morrer, no dia 23 de julho de 1742.
Dizem que, se John Wesley foi o pai do Metodismo, Susannah foi a mãe. Ela é apontada como a maior influência religiosa do filho, condutor de uma grande obra de avivamento na Inglaterra do século 18.
Filha de uma família de puritanos ingleses, ela aceitou ir para a Igreja Anglicana, onde seu marido Samuel Wesley exercia o ministério de pastor, na pequena paróquia de Epworth, na Inglaterra. Ele era conhecido por não entender o limite – ou a diferença – entre disciplina e controle excessivo. Sua rigidez em relação às ovelhas levou alguns de seu rebanho a odiá-lo. O ápice da perseguição culminou em dois incêndios a sua casa. No segundo, a residência dos Wesley foi totalmente destruída.
A tudo isso Susannah, que foi mãe de 19 filhos, suportou para dar uma boa formação a sua prole. Seu jeito e modo de agir com eles, desde a idade mais tenra, estão registrados principalmente no diário pessoal de John Wesley. Mas é possível conhecer-lhe a história também por biografias que foram feitas por escritores ingleses. Uma das mais conhecidas é The Mother of the Wesleys, de John Kirk, lançado em 1864.
Ela entendia o compromisso da maternidade como a responsabilidade de educar e formar homens e mulheres de Deus. Era a responsável pela alfabetização e evangelização dos próprios filhos. Em sua casa, crianças menores de cinco eram proibidas de aprender a ler e escrever. O objetivo era evitar a canseira de um intelecto que ainda estava se desenvolvendo.
Mas, no dia seguinte ao quinto aniversário, a criança tinha sua aula inaugural. Durante seis horas, recebia ensinamentos suficientes para aprender todo o alfabeto. Na segunda aula, já começava a aprender a decifrar as palavras, utilizando como base o primeiro livro da Bíblia, Gênesis. Seu método, ela garantia, levava seus filhos a aprender a ler e escrever em três meses.
Conta o escritor Mateo Lelièvre, autor da biografia John Wesley – sua vida e obra (Editora Vida), que, certa vez, Samuel disse-lhe: “Acho admirável sua paciência, porque você repetiu a mesma coisa nos ouvidos dessa criança nada menos do que vinte vezes”. Ela respondeu: “Teria perdido o meu tempo, se a tivesse repetido somente dezenove, pois foi só na vigésima vez que cumpri o meu objetivo”.
Mas não era só. Susannah preocupava-se em demasia com a felicidade e realização de seus filhos. Cada um deles tinha uma hora marcada para uma conversa em particular com a matriarca da família, onde ela lhes ouvia os problemas e alegrias da semana. O próprio John Wesley já adulto, em uma das cartas que escreveu a Susannah, pediu que, quando estivesse em casa, fosse recebido em uma destas “audiências”. Ela também ensinou às crianças a importância de compartilhar o amor de Deus através da evangelização. Durante uma viagem de seu esposo, ela reunia filhos e criados na cozinha de sua casa, nas tardes de domingo para cultos voltados a este assunto. A programação cresceu tanto que os vizinhos pediram para participar, chegando ao número de 200 participantes por reunião.
Um dos assessores de seu marido, preocupado que os cultos domésticos tivessem uma influência negativa no que diz respeito à transmissão das doutrinas anglicanas escreveu uma carta a Samuel pedindo que impedisse Susannah de continuar os encontros. Mas, tendo o relato de sua esposa dos grandes testemunhos gerados naquela iniciativa, ele afirmou que os cultos continuariam. O que viu neles ajudou John Wesley, quando, impedido de pregar nas igrejas, se viu obrigado a transformar muitas casas em locais de adoração.
Um fato, no entanto, fez com que Susannah investisse mais ainda na vida espiritual de sua prole, especialmente o pequeno John. No dia 9 de fevereiro de 1709, um incêndio destruiu totalmente a casa dos Wesleys. Com medo ter esquecido alguma criança em meio às chamas, Susannah tentou entrar na casa por três vezes, mas foi impedida pelo fogo que se alastrava. Do lado de fora, ao contar os filhos, deu fato de John. A pedido de Samuel, todos se ajoelharam para encomendar a Deus a alma do menino, mas ele surgiu na janela do quarto e acabou sendo resgatado por dois vizinhos.
Desde aquele momento, sua mãe piedosa, segundo ela mesma contava, tomou a resolução “de velar com esmero muito especial pela alma de uma criança a quem Deus protegera com tanta misericórdia”. Esforçava-se para que aquele filho seu tivesse bastante consciência de pertencer, corpo, alma e espírito, ao Deus cuja mão paterna o protegera de modo tão evidente.
Foi ela a única responsável por sua educação até os dez anos de idade, quando ele ingressou na Charterhouse, uma renomada escola que se destacava pelos excelentes resultados acadêmicos. Já no Christ Church College, uma das unidades de Oxford onde formou-se em Mestre em Artes, escreveu a sua mãe, mostrando dúvida quanto ao desejo de seguir a carreira pastoral.
Ela lhe respondeu em uma carta que foi, de acordo com relatos pessoais em seu diário, responsável pela busca obstinada de Wesley por uma experiência com Deus. Dizia em um dos trechos: “Peço-lhe encarecidamente que faça um exame rigoroso de sua consciência a fim de descobrir se possui a fé e o arrependimento que são, conforme você bem sabe, as condições indispensáveis para entrarmos em uma aliança com Deus. Se você se encontrar nesse estado de religião, a satisfação de saber disso recompensará amplamente os seus esforços; caso contrário, você terá motivo de derramar lágrimas muito mais amargas que aquelas que a presença de uma tragédia poderia arrancar de você”.
Alguns anos mais tarde, quando o Movimento Metodista estava se espalhando por todo o país, John Wesley se deparou com um sério problema de liderança. Sem pastores anglicanos que aceitassem o desafio de discipular e acompanhar os novos convertidos, ele não tinha confiança em entregar grandes responsabilidades nas mãos de ministros leigos – sem formação teológica acadêmica. Foi sua mãe quem lhe convidou a reparar no trabalho que estes homens faziam e valorizá-los. Ouvindo o conselho materno, ele chegou a uma conclusão que, mais tarde, escreveu em seu diário: “Isso vem do Senhor! Que Ele faça o que lhe pareça bom (…) Atrevo-me a firmar que esses homens sem letras têm a ajuda de Deus para executar a grande obra de livrar almas da morte. Com efeito, na única coisa que professam saber, não se lhes pode taxar de ignorantes”.
Alguns dos métodos que ela utilizou como mãe
• Susanna mantinha um horário rigoroso em seu lar e era disciplinada e metódica na direção de suas atividades diárias.
• Seus filhos eram ensinados sobre a importância da confissão. Quando eles faziam algo errado e o confessavam completamente, ela não os punia, mas os louvava por sua honestidade.
• Ela sempre recompensava a obediência.
• Quando era necessário disciplinar seus filhos, Susanna era moderada e gentil, mas muito consistente. Ela nunca se permitia ser manipulada pelo choro.
• Barulho nunca era permitido em sua casa.
• Respeito pelos outros era uma obrigação. A nenhuma das crianças era permitido invadir a propriedade de um irmão ou irmã por mais insignificante que fosse. Um centavo ou 25 centavos não podiam ser tocados se pertencessem a outrem.
• Todas as promessas feitas tinham de ser mantidas.
• Susanna não permitia que as crianças deixassem a casa sem autorização.
• Conferências semanais eram realizadas com cada filho, e ela os tratava de acordo com seus temperamentos individuais. (Susanna gastava duas horas ininterruptas todas as noites de quinta-feira com John Wesley.)
• Exercícios religiosos eram dados às crianças cedo e à noite. Todos eram ensinados a orar em alta voz, e a oração do Senhor era repetida cada manhã e noite.
• As crianças liam em voz alta as Escrituras todas as noites. Os filhos mais velhos liam para os mais jovens, e grande parte da noite era gasta com cânticos de louvor.
• Orações com toda a família eram realizadas todas as manhãs.
Em sua morte, Susannah, que já era viúva, estava cercada por seus filhos. Atendendo a seu pedido, os filhos cantaram um salmo e ficaram apenas com as belas e inesquecíveis lições de sua mãe.

Fontes: 
https://www.revistaimpacto.com.br/biblioteca/
http://www.intercessoras.com.br/noticias/historias-de-vida/

domingo, 27 de novembro de 2016

John Wesley - Heróis da Fé

Iniciando as postagens sobre alguns homens de Deus aos quais denominamos de Heróis da Fé pelos seus feitos e histórias, inicio com John Wesley.


Resumo da Biografia de John Wesley (mais detalhes assista o vídeo)
John Wesley (1703-1791) foi um pastor metodista e teólogo cristão britânico. Foi o líder e precursor do movimento metodista ocorrido na Inglaterra no século XVIII.
John Wesley (1703-1791) nasceu em Epworth, na Inglaterra, no dia 17 de junho de 1703. Filho de um sacerdote anglicano foi o décimo quinto filho de uma família de dezenove irmãos. Estudou durante seis anos na escola de Charterhouse, em Londres. Em 1720 foi para a Christ Church College, em Oxford. Em 1726 foi eleito membro da Lincoln College. Foi ordenado diácono para o Ministério Anglicano, e passou a acompanhar seu pai na direção da Igreja Anglicana.
Em Oxford, Wesley se reunia com um grupo de estudantes, entre eles, seu irmão Charles Wesley e o pastor Jorge Whitefield, com a finalidade de estudar as Escrituras e praticar a religião com fidelidade. Fizeram votos para levar uma vida santa, comungar uma vez por semana, orar diariamente e visitar os enfermos encarcerados com certa regularidade. Também reservou três horas diárias para estudar a Bíblia. O grupo passou a ser chamado pelos colegas universitários de “Santo Clube”.
Nessa época, a Inglaterra vivia uma Revolução Industrial, e o número de desempregados e mendigos era enorme, levando John Wesley a se interessar pela questão social e pela miséria. Passou a fazer pregações, onde reunia um grande número de pessoas na Inglaterra e na Irlanda. Fez campanhas para diversas questões sociais, entre elas, a reforma do sistema educacional e prisional.
Após a morte de seu pai, Wesley estava cheio de dúvidas e aceitou o convite para pregar o Evangelho em uma colônia da Geórgia. A bordo de um navio, seguiu em viagem para os Estados Unidos, onde permaneceu entre 1736 a 1738. Na Geórgia, Wesley atraia uma multidão para ouvir suas pregações.
Apesar de Wesley ter a intenção de permanecer como membro da Igreja Anglicana, em 1940, quando os seus seguidores foram excluídos da comunhão, ele passou a administrar a comunhão durante as suas reuniões. Como os púlpitos da Igreja Anglicana estavam fechados para os irmãos Wesley e para Whitefield, este decidiu fazer as pregações ao ar livre, o que fez um enorme sucesso, e logo os irmãos Wesley seguiram o mesmo exemplo.
Quando surgiu a necessidade de Wesley começar a ordenar os sacerdotes, ocorreu a separação com a Igreja Anglicana, surgindo uma nova igreja que passou a se chamar Igreja Metodista. Ele viajou pela Inglaterra e Estados Unidos fazendo pregações e espalhando sua fé.
John Wesley faleceu em Londres, Inglaterra, no dia 02 de março de 1791.
Assista o Vídeo e conheça mais sobre John Wesley

Se desejar veja também um Documentário acesse aqui
Ou um filme sobre a vida de John Wesley acesse aqui

Fontehttps://www.ebiografia.com/john_wesley/

domingo, 20 de novembro de 2016

Tempos Dificeis

Que a graça e a paz de Cristo esteja com todos,


Sabe, porém, isto; nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, a eficácia dela. Foge também destes. (2 Tm 3: 1 ao 5)


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Tenho presenciado tempos difíceis e acredito que assim como eu você também tem vivido e visto muitas coisas que nunca imaginou que veria. Olhando as redes sociais vi rapidamente uma reportagem onde falava sobre uma mãe que estava socando a própria barriga com um martelo para forçar um aborto, fiquei horrorizado, como pode isso?

Quase constantemente ouvimos noticias horríveis, mas acredito que o pior de tudo é quando essas noticias vem de pessoas chamadas Povo de Deus. Da época que me converti ate agora, para mim esses são os tempos mais difíceis que já presenciei, pois tenho visto pastores e ovelhas corrompidas, sem temor a Deus e vivendo como se Ele não fosse retornar.

Estou ciente que todos estamos sujeitos a erros e quedas, mas também devemos vigiar ao máximo para não sermos alvo de escândalos e o que se ver não é uma busca diária para não pecar é sim uma vida sem respeito e temor ao Senhor. Ser cristão nos dias atuais é bem diferentes de tempo atrás onde os cristãos eram perseguidos e torturados, ou seja, para ser um cristão é preciso uma conversão genuína e não viver um modismo.

Timóteo nos instrui a fugir da presença de pessoas que sejam avarentas, traidoras, amigas dos prazeres etc., hoje parece impossível não viver ao lado de alguém que tenha alguma das características descrita no versículo. Mas, quanto a mim, será que eu não tenho alguma dessas características? E você, já se avaliou? Tem feito uma autocrítica?

É bem mais fácil apontar o dedo e julgar as atitudes do próximo, mas analisar-se e reconhecer que tem sido um homem totalmente distante de Deus e entregue aos sentimentos desse mundo, fica mais complicado. 

Te convido a fazer essa analise avaliado cada adjetivo descrito no versículo:

Egoísta - Que só consegue pensar em si mesmo.

Avarento - Muito apegado ao dinheiro; que alimenta a paixão ou o hábito de juntar dinheiro. Aquele que não é generoso ou caridoso; quem acumula obsessivamente dinheiro.

Jactancioso - Que ostenta suas qualidades ou feitos; que expressa arrogância ou possui uma opinião muito elevada sobre si mesmo; vaidoso ou orgulhoso.

Arrogante - Presunçoso; pessoa que age com insolência, arrogância; quem se comporta com superioridade ou ostenta suas próprias qualidades: o arrogante chegou e humilhou os convidados.

Blasfemador - Que ou o que blasfema. Blasfemar é sinônimo de: maldizer, praguejar, renegar, amaldiçoar, vituperar, insultar, ultrajar.

Desobediente - Que tende a desobedecer; que não é submisso; que não aceita ordens, normas etc.

Ingrato - Que não possui nem demonstra gratidão; que não está agradecido pelos favores que lhe são oferecidos; que não reconhece os méritos da pessoa que o ajuda; displicente.

Irreverente - Desrespeitoso; quem age com desrespeito em relação a alguém ou a alguma coisa; pessoa que expressa irreverência, falta de respeito.

Desafeiçoado - Que não nutre afeição por alguém ou alguma coisa; desafeto, inimigo.

Implacável - Que não se pode aplacar; impossível de acalmar, atenuar ou aliviar: bravura implacável; raiva implacável. Que não é capaz de perdoar; não flexível.

Caluniador - Diz-se de quem causa ou diz calúnia(s).

Sem domínio de si - Não possui mansidão nem longanimidade. Pessoa nervosa e impaciente.  

Cruel - Desumano; que expressa maldade, tirania; que se satisfaz fazendo o mal, maltratando ou atormentando.

Inimigo do bem - “Inimigo” - Que ou o que odeia alguém, que procura prejudicá-lo.

Traidor - Aquele que trai, comete traição; que age traiçoeira e deslealmente; traiçoeiro: traidor da pátria e inimigo da nação.

Atrevido - Insolente; que ou o que procede com petulância, que demonstra insolência: olhar atrevido.

Enfatuado - Que está repleto de vaidade e pretensão; que expressa arrogância e presunção; arrogante ou presunçoso.


E o versículo conclui falando: ...mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, a eficácia dela. Foge também destes.

Que possamos buscar os frutos do Espírito e viver uma vida diferente e distante desses adjetivos.



quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Adoração impedi opressão demoníaca



Graça e paz queridos irmãos e leitores,

Continuando com as experiências sobre adoração, hoje desejo compartilha uma que tive e me ajudou contra opressões demoníacas. Um dia precisei dormir na casa de uma irmã e logo quando cheguei ao quarto avistei uma imagem (não irei descrever ou falar o nome da imagem para não dizerem que estou cometendo intolerância religiosa ou algo assim). 

Aquela imagem me incomodou bastante, mas fui deitar, fiz minha oração e busquei dormir, porém quando começava a pegar no sono vinha sobre mim uma opressão tão grande, um peso como se quisesse me sufocar. Acordava assustada e depois tentava dormir novamente, isso ocorreram umas 3 a 4 vezes, foi então que comecei a adorar ao Senhor em voz alta, não com canções mais com palavras.

Declarei sua majestade, beleza e sabedoria, que só Ele era Senhor etc., tudo que me venho a mente sobre o Deus que sirvo e conheço. Comecei a sentir que o ambiente começou a ficar mais leve e acabei pegando no sono sem perceber. No outro dia acordei me sentindo bem e surpresa pela experiência. 

É muito bom viver essas experiências com o Senhor, sei que existem pessoas que falam que se não estiver nas Escrituras não praticam ou não servem de exemplos, mas eu não concordo com isso, pois o nosso Deus não está limitado a um livro nem tão pouco toda Sua sabedoria consta nele. Nela mesma consta um versículo que afirma que as coisas reveladas são para nos e as ocultas pertencem ao Senhor. (Deuteronômio 29:29)

Enfim, essa é a experiência de hoje com a adoração, se você já viveu algo parecido e deseja compartilhar deixe um comentário.


Graça e paz para todos!

domingo, 13 de novembro de 2016

Dai e ser-vos-á dado

"Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço; porque como a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo." (Lucas 6. 38)


Recentemente ouvi uma cantora gospel bem popular usar esse texto para falar de dízimos e ofertas e assim como ela já ouvi pessoas que ministra nos templos evangélico fazerem uso do texto da mesma forma erronia. É bom destacar que todos só utilizam a parte do "dai e ser-vos-á dado, boa medida, recalcada, sacudida e transbordando" porque o restante do texto e do contexto não servirá para os fins que eles desejam. 
     
É comum entre os evangélicos ouvi algo, agrada-se do que ouviu e passa da mesma forma sem se preocupar se o que ouviu está ou não contextualizado no que Cristo ensinou, existem ensinamentos referentes à Antiga Aliança que não nos serve e acabamos vivendo em baixo de jugos pesados e negando sem saber a Cruz de Cristo quando vivemos nas praticas de coisas que Cristo já cumpriu por nós. Paulo, considerado o apostolo dos gentios quando pregava a sua pregação era somente sobre o Evangelho de Cristo e sua promessa de Vida Eterna, ele não levava jugo judaico aos gentios assim como Pedro estava querendo fazer. 
     
Falando do versículo, se atentarmos para a parte b veremos que Jesus estava ensinando sobre atitudes, atitudes essas referentes ao próximo porque todo o Evangelho se resume nisso: "amor ao próximo". Se atentarmos bem para tudo que Cristo ensinou veremos que não se trata de nos, mas do outro, no Sermão da Montanha esse ensinamento é bem nítido, no qual o versículo de referencia também está contido.
     
Em Mateus o mesmo versículo juntamente com o versículo anterior encontra-se da seguinte forma: "Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós." (Mt 7.1,2). Em Lucas encontramos assim: "Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; soltai, e soltar-vos-ão. Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço; porque como a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo. (Lc 6.37,38).

É notório que se fala da atitude com o próximo e não de dízimos e ofertas, a prática de usar versículos soltos não só é errada como muito perigosa no que se diz respeito a ensinamentos equivocados sobre o que Cristo veio nos ensinar.   

Em toda sua caminhada o que Jesus Cristo mais falou foi em amor, podemos dar algo a alguém por causa do amor é claro, e isso pode ser também o dinheiro, mas esse não é o centro e nem nunca será. Fazer ao próximo àquilo que gostaríamos que  fizesse a nos mesma, buscar servir sem procurar retornos e benefícios, caminhar olhando o outro como maior são ensinamentos que encontraremos nas palavras de Cristo e dos seus discípulos. 

Sejam misericordiosos, assim como o Pai de vocês é misericordioso.
Lucas 6:36


quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Saber Adorar nas Horas Difíceis


Como é bom adorar o Senhor, como é maravilhoso senti Sua presença, mas será que sabemos fazer isso quando tudo vai mal, quando tudo está dando errado?

Se existe uma coisa que gosto muito de fazer é adorar ao Senhor, tenho algumas experiências com adoração e aos poucos irei compartilhando com os irmãos. Irei deixar todas as quartas para compartilhar sobre adoração e sobre minhas experiências.

Irei iniciar compartilhando uma experiência que tive a algum tempo onde o Senhor me ensinou a adorar no lugar de sentir raiva, e colocar a tristeza e decepção nas Mãos Dele.

Não me lembro de que calunia falaram sobre me, mas mim recordo que alguém veio me contar sobre uma pessoa que gostava muito e que considerava como tia que a mesma tinha comentado algo ao meu respeito. Lembro-me que me veio um abatimento e uma tristeza muito grande e quando ia falar mal dessa pessoa o Senhor ministrou ao meu coração para ficar calada e não questionar nada e que ao chegar em casa o que deveria fazer era adorar a Ele por está sendo caluniada e orar pela pessoa. 

Não abrir a boca e fui calada para casa e ao chegar lá a primeira coisa que fiz foi me prostrar e começar a adorar ao Senhor, chorei, coloquei todos os sentimentos diante Dele assim como coloquei a pessoa que tinha me caluniado, exaltei ao Senhor por tudo e no final me sentir muito bem, esqueci de tudo não me importando mais com aquelas palavras que tinha machucado meu coração e perdoando a irmão sentindo por ela misericórdia. 

Pode parecer tudo muito simples, mas para quem vive a situação é uma experiência inesquecível, se você está vivendo algo parecido, se existe alguém te atacando e falando mal de você adore ao Senhor, perdoe essa pessoa e viva na paz de Cristo, pois não vale a pena entrar nessas rodas de confusões e falatórios vãos. Adore Aquele que te sustenta e te justifica, existe um versículo que diz: Porque a ira do homem não opera a justiça de Deus. (Tiago 1:20)

Se você se ira e comete a mesma atitude de caluniar e maldizer certamente a justiça do Senhor não poderá vir sobre você, cale-se para que Ele fale por você, também não é preciso pedir justiça nem que Deus pese a mão sobre essa pessoa. Lembrei que ia abrindo a boca para pedir isso sobre a pessoa que me caluniou, que o Senhor pesasse a mão, mas não há necessidade disso o que o Senhor espera de nós é que perdoemos, amemos todas as pessoas e adoremos a Ele em tudo e por tudo, o mais Ele fará conforme Sua vontade e justiça.

Vamos adorar!!!!